1.11.09

O Pelourinho esta triste.Neguinho do samba morreu.

Véio, eu te conheco...
Você já esta trabalhano ai no céu !
Beijos, meu irmão !

27.10.09

Orquestras modernas farão sinfonias no Pelourinho


Terça-feira, 27/10/2009 - 15:11 

Para quem acha orquestra uma coisa ultrapassada ou erudita demais, o Programa Pelourinho Cultural, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, preparou uma agenda que vai desbancar qualquer preconceito. Com releituras contemporâneas das formatações originais, orquestras modernas foram escolhidas a dedo para agitar a programação do Pelô em novembro.
Dando início às atrações, o maestro Reginaldo apresentará a Orquestra Xangô, no dia 4 de novembro, no Largo Pedro Archanjo, às 20h. Reginaldo, que formou o seu primeiro conjunto aos 16 anos de idade, já participou, durante os mais de 40 anos que tem de carreira, da Banda de Música do Exército, da Escola de Música da Bahia e da Orquestra Iemanjá, dentre outras grandes orquestras e grupos de Salvador.

Com a Orquestra Xangô, o maestro busca retomar o ambiente dançante eanimado dos tradicionais bailes que aconteciam em clubes e casas de espetáculos soteropolitanos no século passado. “O show é uma viagem musical onde apresentaremos diversos ritmos como blues, fox, tango, MPB, boleros, jazz...vai ser um show bem dançante, com bastante samba de gafieira também. A pedidos, chegamos a tocar até salsa e arrocha, mas isso é uma vez ou outra”, afirma, empolgado, o maestro Reginaldo, regente da orquestra Xangô.
Durante a apresentação, serão distribuídos prêmios para os chamados “pés-de-valsa”, donos de academias de dança de Salvador, que costumam apreciar as apresentações vestidos a caráter. “Para mim é um prazer ver aquele pessoal que ainda usa os ternos em diagonal, sapato de duas cores brilhando, lenço no bolso e uma navalhinha sem corte, que é a identidade do autêntico malandro”, completa o maestro.

Prosseguindo com a programação, no dia 9 de novembro será a vez da Orquestra do maestro Zeca Freitas subir ao palco do Largo Pedro Archanjo. Com 10 anos de existência e um extenso currículo de apresentações por todo o estado, a orquestra busca atingir um público amplo através de um repertório diversificado. Um dos diferenciais é a liberdade dada aos músicos para improvisações e contato com a plateia. “A gente oferece um espaço maior para os músicos aparecerem, improvisarem e se comunicarem com os espectadores. Isso traz uma aproximação com o público, além de fazer com que os músicos se sintam valorizados”, explica o maestro Zeca Freitas.
No dia 23 de novembro, o maestro Fred Dantas entrará em cena para apresentar a sua Orquestra no Largo Pedro Archanjo, às 20h. Último de um ciclo de quatro shows temáticos, este será uma homenagem ao mito da Jovem Guarda: Roberto Carlos. Para o show intitulado ‘Eu, Roberto Carlos e as Baleias’, a Orquestra Fred Dantas preparou um repertório com arranjos instrumentais e de voz com base na obra do aclamado compositor.
Para o maestro Fred Dantas, homenagear Roberto Carlos era algo inevitável. “Roberto Carlos está completando 50 anos de carreira e eu estou completando 50 anos de idade, portanto, Roberto é uma constante na minha vida. É inevitável fazer referência a ele”, conta Fred. Nos vocais, além de Raquel Almeida, cantora oficial do grupo, estarão diversos convidados como o cantor Zeu Antoneli e a cantora Mara Borges.
Para fechar a diversificada programação de orquestras do mês de novembro, subirá ao palco do Largo Tereza Batista, às 21h, a Orkestra Rumpilezz, regida pelo maestro Letieres Leite. Formada basicamente por percussão e sopros, a Rumpilezz tem uma sonoridade baseada nos ritmos fortes do candomblé, associados a sons de rua. O lançamento do CD da Orquestra, intitulado ‘Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz’, está marcado para os dias 31 de outubro e 1º de novembro no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. No CD, Ed Mota canta a faixa intitulada ‘Balendoah’, música dele que ganhou um novo arranjo, baseado no estilo da orquestra.
Mais informações sobre o Pelourinho Cultural em www.pelourinho.ba.gov.br.
Publicado no Jornal da Midia 

No Pelourinho, "Muros" em cartaz até 08 de novembro


Abertura da expo_foto Lázaro02 (1)
Onze grafiteiros do cenário baiano reúnem figuras, formas, cores e mensagens diversas na mostra Muros, que fica em cartaz até o próximo dia 08/11. Afro, AC, Core, Denissena, Dimak, Fael 1º, Neuro, Peace, Rima, Sidoka Vandal e Sisma, todos engajados no circuito da arte urbana, fizeram interferências na Galeria Solar Ferrão buscando promover o contato entre o movimento do grafite e o patrimônio cultural tombado do Pelourinho. A exposição tem curadoria do diretor de Museus do IPAC, Daniel Rangel, e A.C..
 - Centro Cultural Solar Ferrão, Galeria Solar Ferrão – Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho, Salvador. Tel.: (71) 3117-6357. Visitação – de terça a sexta, de 10h às 18h. Finais de semana e feriados, das 13h às 17h. Gratuito. Realização: Dimus/IPAC

Paulinho Boca vai cantar Novos Baianos no Pelô


26/10/2009 - 17h57m
*Da Redação, com informações de assessoria
redacao@portalibahia.com.br 

Paulinho Boca, uma figura marcante da história da Música Popular Brasileira participará do programa Pelourinho Cultural, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, no dia 10 de novembro.

O cantor e compositor apresentará o show Paulinho Boca canta Novos Baianos às 21h, no largo Quincas Berro D´água. 

Paulinho Boca foi um dos integrantes do grupo Novos Baianos, que ganhou prêmio de melhor disco feito no Brasil em todos os tempos, Acabou Chorare, pela Revista Rolling Stone, em 2007.
Publicado no site Ibahia.com

A exposição Bahia – Litoral e Sertão do Museu Tempostal no Pelourinho, vai somente até dia 31 de outubro


height=91O Museu Tempostal, no Pelourinho, exibirá entre cartões postais e fotografias, 204 imagens de 39 cidades baianas no final do século 19 e início do século 20, proporcionando aos visitantes um passeio por cidades do interior da Bahia e também de Salvador. A Exposição, intitulada Bahia – Litoral e Sertão tem como destaque fotos antigas como a que retrata o Carnaval de Cachoeira (1897) e outra que mostra a Fonte da Bica de Itaparica (1905). Das mais recentes, uma vista parcial de Ilhéus (1966) e altar-mor do Santuário de Bom Jesus da Lapa (1964). O público pode ainda conferir paisagens, detalhes e monumentos de Irará, Jacobina, Juazeiro, Lençóis, Maragogipe, Rui Barbosa, Santo Amaro, Valença, Vitória da Conquista, entre outras.
Evento: Bahia – Litoral e Sertão
Data:  até 31/10/2009
Local: Museu Tempostal
Endereço: Rua Gregório de Mattos 33
Horário: De terça a sábado, das 13h às 18h
Valor: Entrada franca
Mais Informações: Telefone: (71) 3322-5936

26.10.09

Trajano, no Pelourinho a educação também não se faz pelo exemplo !





EDUCAÇÃO SE FAZ PELO EXEMPLO,NÃO ISSO ABAIXO!


 queremos aproveitar para tambem denunciar o abuso que varias autoridades cometem no Pelourinho.
Em local onde é proibibo o acesso de veiculos seja para moradores, visitantes, hospedes de hotel e etc. Os primeiros que não obedecem a lei são justamente os nossos governantes (leia-se nossos funcionários pois os elegemos e os pagamos para tal) que com qualquer almoço, visita, manifestação ou reunião no Pelourinho são os primeiros a infrigirem a lei.
A foto abaixo foi tirada hoje,26/10/2009, ás 15:00hs na Praça José Alencar mais conhecida como Largo do Pelourinho, local reconhecido por toda a população de Salvador, onde é terminantemente proibido trafegar e estacionar viaturas.
Cadê o exemplo ???
Que p..... é esta ???


(Clique na foto para ampliar)




Camafeu também do Pelourinho


Camafeu de Oxossi


Solista de berimbau, cantor. Ápio Patrocínio da Conceição, andarilho do Pelourinho, é um homem de sorte. Tanto no jogo, quanto no amor, daí o nome Camafeu. Ele nasceu no dia 04 de outubro de 1915, no bairro do Gravatá, em Salvador, e se criou no Pelourinho. Filho de Faustino José do Patrocínio e Maria Firmina da Conceição. Seu pai era mestre-pedreiro, descendente de africano. Conviveu com ele até os sete anos. Sua mãe veio de Camamu, era negociante de tabuleiro. Negociava frutas, doces, acarajé, tudo na Baixa dos Sapateiros. Sua mãe teve 16 filhos. Ele, Raimundo e João, cada um de um pai. Como ficou órfão de pai aos sete anos, seu padrasto dava mais atenção ao Raimundo. Não suportando aquilo, resolveu sair de casa. De menino de rua que passou fome e perdeu toda a família, estudou na Escola de Aprendiz de Artífice, trabalhando na fundição, vendeu cordão de sapato (cadarço) na porta do Elevador Lacerda. Dali passou para o passeio do Mercado Modelo como engraxate, além de vender os jornais de modinha nas feiras de Água de Meninos, Dois de Julho e Sete Portas. Saiu de lá para ser marítimo e foi parar na Estiva - Companhia Docas da Bahia até se tornar proprietário da famosa barraca de São Jorge, no velho Mercado Modelo, e de um restaurante de fama internacional.


A música entrou em sua vida desde garoto. Foi criado na roda de samba, tocando berimbau, ensinando aos turistas como tocar o instrumento. Era um homem de muitas palavras, casos e lendas para contar. Chegou a ser diretor das escolas de samba Só Falta Você, Deixa Pra Lá, Gato Preto, onde aproveitava para cantar seus sambas. No Mercado Modelo ele começou a cantar música de capoeira e ijexá, tocando berimbau e atraindo a clientela. A partir daí começou a fazer sucesso. Na sua Barraca São Jorge, aberto em riso, cercado de objetos rituais de obis e orobôs, ele ensinava os mistérios da Bahia. Na década de 60, a Universidade Federal da Bahia criou o curso de língua ioruba e Camafeu foi um dos primeiros alunos. Foi convidado para ir à África, representando a Bahia no Primeiro Festival de Arte Negra do Senegal, junto com Pastinha e outras pessoas. Lá ele cantou em iorubá para Oxum e para Oxómi. Sobrinho de Mãe Aninha e filho-de-santo de Mãe Senhora, o obá de Xangó do terreiro Axé Opô Afonjá esbanjou alegria. Figura baiana conhecida em todo o Brasil, personagens de muitos livros de Jorge Amado (Tereza Batista, Dona Flor, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, entre outros) de quem era amigo particular. Seu nome está presente em dezenas de músicas: aquela que diz “Camafeu, cadê Maria de São Pedro”, gravada por Martinho da Vila, outra gravada por Maria Alcina e também o conjunto Os Originais do Samba gravou um samba em sua homenagem.

Tocador de berimbau, batuqueiro, ex-presidente dos Filhos de Gandhi, Camafeu de Oxossi gravou dois discos, um deles Berimbau da Bahia com os cantos de capoeira mais belos, alguns velhos do tempo da escravidão ou da Guerra do Paraguai: “Volta do mundo, ê!/volta do mungo, ah!/ Eu estava lá em casa/sem pensá, sem maginá/e viero me buscá/para ajudar a vencê/a guerra do Paraguá/camarado ê/camaradinho/camarado...”. Esses cantos estão cheios de lembranças da vida dos escravos: “No tempo em que eu tinha dinheiro, camarado ê, comia na mesa com ioiô, deitava na cama com iaiá... Depois que dinheiro acabou, mulher que chega prá lá, camarado. camaradinho ê....”. Contam da guerra, da escravidão, das lutas dos negros. Outros são improvisados no repente da brincadeira e, repetidos, permanecem e se tornam clássicos: “Bahia, minha Bahia,/Bahia do Salvador,/Quem não conhece capoeira/Não lhe pode dar valor//Todos podem aprender/General e até doutor”. Com o tempo, a voz rouca não cantava mais, porém se emprestava a histórias e nomes com quem conviveu numa cidade que não existe mais.



“No mercado, em meio a seus orixás, aos colares e às figas, queimando o incenso purificador, rindo sua gargalhada, saudando São Jorge. Oxóssi, rei de Ketu, o grande caçador. Camafeu comanda a música, o canto e a dança. Um baiano dos mais autênticos, um dos guardiães da cultura popular. Homem que possui o saber do povo, um desses que preservam o passado e constróem o futuro”, segundo Jorge Amado no livro Bahia de Todos os Santos. E diz mais: “Compositor, mestre solista de berimbau, obá de Xangô, Osi Obá Aresá, filho de Oxóssi, preferido de Senhora, amigo de Menininha e de Olga de Alaketu, o riso cortando o rosto, dono da amizade. Em sua barraca, em prosa sem compromisso, numa conversa largada como só na Bahia ainda existe, sem horário e sem obrigações temáticas, podem ser vistos o pescador, a filha-de-santo, o pintor Carybé, o passista de afoxé, o Governador do Estado, o compositor Caymmi, a turista loira e esnobe, a mulata mais sestrosa e Pierre Verger, carregado de saber e de mistério. A barraca de Camafeu é ponto de reunião, é mesa de debates, é conservatório de música. Na cidade do Salvador a cultura nasce, se forma e se afirma em bem estranhos lugares, como por exemplo, uma barraca do mercado (...) lá se vai Camafeu pelos caminhos da Bahia, invencível com seu santo guerreiro. Vir à Bahia e não ver Camafeu é perder o melhor da viagem. Ele é um obá, um chefe, um mestre”.

Um ritual religioso marcou no dia 27 de março de 1994 o sepultamento de uma das figuras mais conhecidas da Bahia: Apio Patrocínio da Silva, o Camafeu de Oxossi. O enterro foi no Cemitério da Ordem Terceira do São Francisco, e contou com a presença de vários amigos e admiradores daquele que era uma das maiores autoridades do culto afro-brasileiro na Bahia. Camafeu ficou conhecido não só como proprietário de um dos mais famosos restaurantes de comidas típicas da Bahia, localizado no Mercado Modelo, como também pelo posto Obá de Xangô, que ocupava no Terreiro Ilê Axe Opô Afonjá. Era querido pelas principais mães-de-santo da Bahia e amigo de Dorival Caymmi, Jorge Amado e Gilberto Gil. Doente há muito tempo, Camafeu foi vencido por um câncer na garganta e faleceu no Hospital Aristides Maltez, aos 78 anos.

Looking for Brazil


Afro-Brasil

October 24, 2009 by mceakin
For the past three days I have been in Salvador da Bahia, the old colonial capital of Brazil, and the birthplace of the slave and sugar plantation complex that spread across tropical and subtropical America from the sixteenth to the nineteenth centuries.  It was here in Salvador da Bahia de Todos os Santos (The Savior of the Bay of All Saints) that the Portuguese transplanted cane sugar from their tiny island possessions off the African coast (Madeira in particular) in the late sixteenth century and began to transport black Africans to work on the expanding plantations on the Brazilian coast.  From the 1570s to the 1660s, the northeastern coast of Brazil became the first great sugar plantation of the world driving the rise of the modern transatlantic slave trade, and making sugar a standard part of the diet of the European world.  After 1650, the Dutch, then the British and the French, all anxious to profit from this lucrative enterprise, constructed their own plantations in the islands of the Caribbean accelerating the Atlantic slave trade.  Even after the rise of a gold boom in southeastern Brazil in the eighteen century shifted the flow of enslaved Africans to the previously tiny port village of Rio de Janeiro, hundreds of thousands of Africans continued to flow into the sugar plantations of the region around Salvador.Brazil map
As best we can estimate, about 12 million Africans arrived in chains in the Americas from the early 1500s to the 1870s.  Africans and their descendents eventually could be found working in all the European colonies in the Americas in nearly every sector of the labor force, although the vast majority toiled in the countryside in agriculture.  About one-third of these Africans (3.5-4 million) came to Brazil, about 40 percent to the Caribbean basin (5 million), and only 6-7 percent into what became the states of the U.S. South (about 750,000).  All of these societies were built on the sweat and blood of enslaved Africans and their descendents.  In the cases of Brazil and most of the islands in the Caribbean, the societies had slave majorities, and after emancipation in the nineteenth century, non-white majorities.  (In what is now the United States, only South Carolina had a black/slave majority for a brief period in the eighteenth century.)  Nowhere else in Brazil is the imprint of Africa as pronounced and enduring as Salvador.  According to one traditional Brazilian saying, “If Brazil’s land is American, its façade is European, and its soul is African.”
Slave Routes
Slave Routes
In Salvador, more than 80 percent of the population has African ancestry.  Whether in the faces of the people, the music, food, or religion, the influence of Africa pervades all of Bahian society and culture.  Black women wearing the traditional flowing white dresses and turbans sell traditional sweets and fritters (acarajé) on the streets of the old city center.  Hundreds of terreiros (houses of worship) carry on the centuries of religious rituals and beliefs that are a fusion of African religions and Catholicism known as candomblé.  The vibrant music scene has produced some of the greatest artists in modern Brazil from the popular music of Caetano Veloso and his sister Maria Bethânia to the samba-reggae of Daniela Mercury and Carlitos Brown.  Capoeira, a sort of combination of martial arts and dance moves, has developed over centuries in Salvador supposedly from its origins as staged fights between slaves.  Today, capoeira is practiced nearly everywhere on the globe (including Nashville).
Capoeira
Capoeira
Each time I come to Salvador I am reminded of the incredible diversity of Brazil.  Moving down the coast to Southeastern Brazil, a large part of the population has African heritage, but Rio de Janeiro, Espirito Santo, Minas Gerais and São Paulo form a sort of transition zone from the largely black Northeast to the almost entirely white South.  The three southernmost Brazilian states (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, and Paraná) were settled in the late nineteenth and early twentieth centuries by European immigrants and their inhabitants today are more than 80 percent white.  Northern Brazil and the Center-West region are made up primarily of whites or peoples of mixed European and Indian descent.  This enormous country is continuum of colors and peoples spread out across an area larger than Europe.  All across this vast terrain one can find Brazilians of African descent, but it is in Salvador that they are most concentrated and most visible.  Today, the influence of this epicenter of Afro-Brazil continues to exert enormous influence on music, dance, on all of Brazilian culture.  Salvador remains the soul of Brazil.map-of-brazil

24.10.09

Festival de Big Bands começa hoje ás 15:00 no Pelourinho


23.10.09

Solange Carybé e a Oxum Casa de Arte convida a todos para visitarem a Feira de Antiguidades no Pelourinho. Só vai ter coisa bonita !


Pelourinho ganha Feira de Antigüidades
Neste sábado (24), dezesseis antiquários expõem no Largo de São Francisco, com a participação do grupo musical Janela Brasileira

O Pelourinho passa a contar, a partir deste sábado (24), com a realização mensal de uma Feira de Antigüidades. Reunindo peças raras como louças, cristais, santos, objetos de arte decorativos e móveis de 16 antiquários localizados no Centro Antigo de Salvador, a Feira ocupará o Largo de São Francisco, sempre no terceiro sábado de cada mês, das 10h às 17h.
O grupo instrumental Janela Brasileira integra a programação, das 15h às 17h, com um repertório que inclui chorinho, samba, polca e frevo, com músicas de Pixinguinha, Ari Barroso, Villa-Lobos, Dorival Caymmi.
A iniciativa faz parte da série "Feiras Criativas", que conta, no mesmo dia, das 15h às 20h, com a realização do Bazar dos Nômades, na Praça Tereza Batista, com entrada gratuita. No próximo final de semana (27 e 28), será a vez da Feira de Artesanato do Mauá, das 11h às 17h, no Cruzeiro de São Francisco.
Realizada pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult), através do Programa Pelourinho Cultural (Ipac), com o apoio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesp), responsável pelo suporte de limpeza e iluminação, a série Feiras Criativas já conta com programação confirmada até final de dezembro.
Dinamização do comércio de antigüidades
A Feira de Antigüidades pretende aproximar o público baiano da história da Bahia, através da exposição de objetos que revelam riquezas de diferentes épocas e estilos, além de contribuir para a dinamização do comércio de antigüidades no Centro Antigo de Salvador, área que engloba o Centro Histórico e se estende por 7 km², envolvendo bairros como Campo Grande, Comércio, Baixa dos Sapateiros, Barbalho e Água de Meninos.
Há 38 anos na rua Ruy Barbosa, que reúne uma das maiores concentrações de antiquários da cidade, a proprietária do Armentano Antigüidades, Dona Maria Lúcia, já há algum tempo sonha com a realização de uma feira na região.
"Essa feira abrirá muitas portas, já que tudo que é antigo todo mundo gosta”, diz, animada com a oportunidade de mostrar aos baianos algumas preciosidades que, observa, “há muito tempo estão esquecidas”. Ela planeja expor taças e vasos de cristal, consolos em jacarandá, louças inglesas e francesas e imagens de devoção, como Nossa Senhora e São José.

Serviço:
Quando: 24, das 10h às 17h
Onde: Largo do Cruzeiro de São Francisco, Pelourinho
Atração Musical: Grupo Janela Brasileira (15h às 17h)
 Publicado no site da Funceb